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Thaís Xavier: Vou te falar a verdade, pra mim o natal não é nada. Pq se eu falar q eu acho q é o nascimento de Jesus, eu estaria mentindo.
Acho q devemos lembrar do nascimento de Jesus não só no dia 25 /12 e sim tdos os dias
Ah tipo pra falar a verdade são poucos os q comemoram o verdadeiro sentido do natal.Outros querem presentes, fazer compras etc e tal…e acabam esquecendo o significado do natal
Nani:Bom, E.T. aqui na Terra, nós celebramos o Natal pq este foi o dia do nascimento de Cristo filho de Deus que veio para nos salvar!
Dario:Eu diria que o Natal é a comemoração realizada em uma data que representa o nascimento de Cristo, um homem que nasceu há 2005 anos atrás, homem esse muito importante nas religiões Cristãs. Isso porque, de acordo com os Cristãos, ele é a personificação de Deus em um homem, que viveu na Terra pra esinar coisas boas aos seres humanos. A influencia de Cristo é muito forte, inclusive no âmbito não religioso. O calendário dominante na terra, por exemplo, tem em Cristo a base para contagem dos anos.
Com o passar dos anos, a data do Natal foi agregando novos significados relacionados às mensagens de Cristo: renovação da esperança, celebração do amor, intenção de paz, época dos perdões… etc. E mais recentemente, se transformou na época das compras, deturpando a mensagem original, pois segundo a lógica consumista que começou a dominar o planeta, a maneira de se demonstrar amor é presenteando com objetos materiais, e quanto mais caro maior seria o amor.
Agora, se fosse realmente um ET, provavelmente não saberia o que é consumismo, o que é Deus e o que é religião…
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Poema engraçadinho. fruto do google.
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Poucos moedores na boca. A pele queimada pelo sol escaldante. As poucas roupas que cobrem o corpo esburacadas pelo tempo. O olhar triste, sem vislumbre para além do horizonte. A mão estendida. ” Ôoo sinhô, me dá uma moeda…”
Os vidros fechados respondem. Os rostos são manejados para outra direção.
A mulher acostumada olha para o além. O que terá amanhã para comer?
Uma moeda, sinhô. Uma moeda para encher o estomago. Uma moeda para apagar por alguns segundos a marginalização ‘a que foi fadada. Uma moeda para ser humano de novo.
Diante daquela pobreza, daqueles joelhos marcados pela dor, do rosto queimado pelo sol, das roupas emputrecidas, virei o rosto.
A minha pureza – limpeza- orgulho não suportava toda sujeira – miséria-humilhação do ser humano sentado naquilo que antes de ser uma calçada esburacada,era seu lar.
Desviei o olhar para o pior pesadelo. Desviei o olhar para o Real. Desviei o olhar de algo que eu sou responsavel. Desviei o olhar para não estender a mão. Desviei o olhar para poder seguir minha vida indiferentemente, como se nada tivesse acontecido.
Mal sabia que aquela cena já fazia parte de mim.
(palavras gravadas num papel enqto o onibus lotado sacolejava)
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A promessa: publicar todos os textos escritos.A ação: textos engavetados, embolorados.
As palavras ávidas por visibilidade derreteram-se com o passar do tempo.
Muitas já não dançam mais no tic-tac presente.
Outras tomaram espaço. Outras vindas do metrô. Do almoço. De ipês amarelos.
Palavras q emergiram em momentos epifânicos ou na simplicidade das coisas.
Promessa de colocar holofotes nelas?
Talvez…
As idéias do texto ainda não tomaram corpo.
Bailam nas minhas anotações e nos meus pensamentos.
Mas, não querem fluir na introdução.
Várias tentativas frustradas.
Recorro ao dicionário para expressá-las.
Olho para o Foucalt em minha mesa. Sinto inveja da facilidade com pensamentos e palavras.
Pensar. Escrever.Pensar.Escrever.
E, esta mania de traduzir todos divagações em escrita…
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Uma página em branco.
Uma lista de idéias.
Um tudo e ao mesmo tempo um nada.
A necessidade de um começo.
“Haja luz
.
.
.
E houve luz.”
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Passeando nas palavras de outros estudantes de jornalismo mais velhos. Incógnita…
Será que algum dia as palavras também fluirão normalmente por entre meus dedos?
Agora, o anseio ardente é de juntar letras, construir frases.
Entrevistas pra fazer. Trabalho final para compor.
Mas, divagações querem abrilhantar meu dia.
Quero pensar no NADA e ao mesmo tempo no TUDO.
Quarenta minutos para o tempo no NICA expirar.
Comer lasanha ao meio dia e meia no bandejão com a amiga.
Os planos assim que abri os olhos: ir pra FFLCH e me perder em meio aos livros.
Contudo, a lembrança de que começara a montar um blog, no domingo, veio a tona. E os projetos para o pequeno espaço de tempo entre minha casa e o almoço desceram rio abaixo.
E palavras desconexas foram a ordem do dia.
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