
Ainda farei um post sobre a joaninha que aparece no livro. Vai ser viajado. Mas, farei.
Pronto. Acabei. E, apesar de todos os poréns de um best-seller, confesso: gostei.
A Cabana é um daqueles livros que você consegue ler, assim, de um fôlego só. Devo ter levado apenas algumas poucas horas do meu sábado e domingo para devorá-lo. A narrativa (tipicamente americana) palpita no ritmo de Hollywood. Completamente visual. Fatalmente, você tem a sensação de que foi transportado pra diante de alguma tela de cinema.
Por isso, Bartira, Vitor e todos os outros viciados em obras de arte literárias, não abram A Cabana com a mesma expectativa com que se abre um livro do Guimarães, Saramago e companhia. O texto de Willian Young é simples. Leve. Beirando a literatura menor (se é que isso existe).
Mas, o conteúdo… ahhh, o conteúdo. Sabe aquelas questões comuns a todos que já cruzaram pela fé cristã? O mistério da trindade. Deus versus sofrimento. Características divinas. Relacionamento do imortal com o Eterno. Religiosidade. Nós diante de tudo isso…
Pois bem. Tudo isso foi colocado lá na boca de Elousia, ou melhor, Papai. Ou, de Sarayu ou de Jesus. E, apesar da simplicidade, é tudo tão bonitinho. Doce sensação de conversa com Deus.
Tudo bem que há alguns pontos discordantes com muitos dogmas por aí aceitos. Mas… nada que faça o conjunto perder valor. Em uma frase, A Cabana pode ser resumida assim:
“Deus estava apaixonado, e o universo é o elaborado presente de um amante que não tem qualquer inclinação de esconder a sua paixão.“ [extraído de A Bacia das Almas]
Bem. Sim. Eu recomendo.
Leia mais sobre A cabana em “Vamos cabanar no Carnaval?“
2 respostas Até agora ↓
maria carolina // Fevereiro 27, 2009 às 13:41 |
hum… conheço akla sitação.. linda por sinal!
maria carolina // Fevereiro 27, 2009 às 13:42 |
errei d novo!! é Citação.. e n Sitação
bem q eu estava achando algo estranho..