Top lampejos da graça (2)
dezembro 5, 2011 1 Comentário
Apesar do arzinho otimista, tenho uma mania de achar que tudo vai dar errado no final. Que os desafios gigantescos para meu 1,5 metro são fatalmente intransponíveis. E que o cosmos que eu delicadamente construi vai cair soterrado no chão.
Soa dramalhão, eu sei. Mas é assim que parte de mim se faz/se fez. O charme é que Ele também se faz/se fez/se fará. E toda minha tendência de retina estreita, adrenalina no pico e cabeça cheia recebe um “até nunca mais” vindo direto do olhar amoroso Dele.
E é tão bom viver assim. É tão bom checar que tudo, sim, coopera não para que a minha vida seja como eu sempre sonhei. Mas para que ela seja melhor do que tudo que eu possa imaginar. Só porque Ele está junto.
Foi assim nos últimos sete dias. Será assim sempre.
Foi eu, Ele e só. Não podia ter sido melhor.
Essa semana, quem tá perto, sabe. Vivi um dos desafios mais gritantes daquilo que chamo de vocação (por hora)e que se estende já há seis/sete anos. Estudei, madruguei, fiz tudo que podia para enlarguecer um pouco os meus limites de linguagem. Mas, do muito que me conheço, sabia que nada seria o suficiente. Na hora H, seria eu, Ele e ponto. E já que eu não sou nada e Ele é o EU SOU, eu tinha que colocar toda minha confiança Nele. Assim foi. E a ideia de “aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” ganhou um novo tom para mim.
Nascer do sol logo ali, na janela à esquerda
Meu teclado
E o quanto estou descobrindo que, apesar da falta de talento, ele ainda traz tanta inspiração para mim.
O fim do semestre do irmão nos suspiros finais
e ele ser diferente de mim e ter coragem de bancar o maestro na frente da firma inteira.
Crianças
E o quanto elas são espontâneas, leves e elas mesmas.







Você fica colocando esse posts aqui só para deixar saudades no amigo. Bandida.