promessa

resolução número 1 de ano novo: deixar-se ser. voltar-se a ser. sem a pressão para ser visto. sem o medo de ser visto. 

O meio para isso acontecer, a partir de agora, via Lampejos da Graça, meu novo blog. 

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efeito colateral.

o problema de falar demais é que quando se aquieta, as pessoas já desaprenderam a perguntar. 

Arrumação

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Tirei a manhã para arrumar meu guarda-roupa. Faltei na natação, no supermercado e nas promessas de que segunda-feira é dia para encher o carrinho das comidas que só nutricionista (e balança) gostam. Mas organizei meu guarda-roupa. E à medida que as gavetas, cabides e espaços ganhavam novo significado, partes de mim também se refaziam. Sempre foi assim. (Espero que) sempre será. Porque férias, arrumações e tempo livre sempre deveriam desaguar no jeito de você, por dentro, se organizar.

foto: the red pin

A história da minha vida

A história da minha vida

brand new start (#fail)

acordou sessenta minutos mais cedo para aproveitar melhor o recomeço. o guarda-roupa, contudo, não lhe coube. trinta centavos no bilhete a separaram da tarifa completa. o trem atrasou. e o chefe  fez questão de encarar o relógio. segunda-feira, bom dia.

“Vejo limites …

“Vejo limites para tudo o que é humano, mas os horizontes não conseguem conter Seus comandos”

(Salmos 119:113, A mensagem)

 

Ele nos ama como um furacão

do livro de pessoas mais tristes, vazias e confusas que já vi

só o escolhi porque tinha que trocar um vale presente por alguma coisa. com meu dinheiro, admito, raramente teria coragem para comprar best-seller que vira filme.  (que o diga o “eat, pray, love” que já saltou tantas vezes das prateleiras para a minha mão, mas que nunca, nunca chegou ao caixa).

o fato é que o troquei pelos créditos do cartão e senti um quê de reputação ferida ao lê-lo em público. hoje, uma semana depois, subo as escadas rolantes da linha amarela com uma pontada de dor no coração e melancolia. por que, como em UM DIA, existem tantas pessoas tristes, sem rumo e vazias?


relacionamento.

A mensagem da cruz diz sobre relacionamentos. De Deus com os homens, dos homens com Deus e dos homens com eles mesmos.

Ela diz que a gente deve se negar, se lançar em direção ao outro para encontrar a nós mesmos. Diz que você vai encontrar Deus nos braços, nas mãos, nas caronas, nas piadas que fazem doer o estômago de tanto rir, nos shows/cinemas/noite de jogos/pedaladas no parque/pizzas compartilhados, na graça de te acompanhar e buscar um exame médico em outra cidade só para tornar sua vida mais leve, nos ombros quando já não há mais forças, na conversa pelo gTalk/telefone/ao vivo que faz toda a diferença, nas teorias sobre as relações humanas feitas em conjunto, no planejar de futuros próximos.

Mas também diz que, vez ou outra, você tem que ir para o seu quarto, para o silêncio ou  para o banco mais isolado do jardim do seu prédio. Sem caneta, carderno, celular, ipod, notebook ou qualquer outra coisa que seja além .

E que fique só você, Deus e o Vento.

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Tudo o que é leve o vento leva.

“Você sabe muito bem que o vento sopra para lá e pra cá. Você o ouve sussurrando por entre as árvores, mas não tem ideia de onde ele vem nem para onde vai. O mesmo acontece com aquele que é nascido do alto pelo vento de Deus, o Espírito de Deus”

João 3:8